Grupo oásis
a juventude é a esperança de um mundo novo
seja jovem!!
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quarta-feira, 25 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
Vamos
Anda. Para e olha, simplesmente.
Atinge seus olhos diretamente.
Não se mexe e não alcança dali.
Aponta o pensamento, mas não ousa sair.
Teve um impulso, pensou. Eu vou.
Mas o pensamento se perdeu, não chegou.
Sabia que queria, que poderia.
Não arrisca, a negativa só envergonharia.
A vergonha do corajoso é pública,
a do covarde é puramente sua.
Atinge seus olhos diretamente.
Não se mexe e não alcança dali.
Aponta o pensamento, mas não ousa sair.
Teve um impulso, pensou. Eu vou.
Mas o pensamento se perdeu, não chegou.
Sabia que queria, que poderia.
Não arrisca, a negativa só envergonharia.
A vergonha do corajoso é pública,
a do covarde é puramente sua.
O nosso Perdão
Todos nós buscamos a felicidade. Mas que felicidade é essa que quanto mais se procura mais distante fica? Para que realmente a encontremos é necessário conhecermos a nós mesmos e colocarmos em prática a nossa reforma íntima, ou seja, a renovação das nossas atitudes.
Por isso, hoje, falaremos sobre o perdão, uma das maiores virtudes, através das quais alcançaremos a paz e a felicidade interior.
Infelizmente, nosso conceito de perdão pode limitar ou dificultar a nossa capacidade de perdoar. Dizem que perdoar é coisa de gente fraca , medrosa, boba. Possuímos crenças negativas de que perdoar é aceitar de forma passiva tudo o que nos fizeram. Achamos que perdoar é aceitar agressões, desrespeito aos nossos direitos. Muitos afirmam: "eu não levo desaforo para casa!..." Somos alguns destes?
Será que a pessoa que perdoa demonstra fraqueza de caráter? Temos a certeza que não. Aliás esta certeza não é nossa, mas do Cristo que nos recomendou e viveu o perdão incondicional. E não consta que o Mestre tenha demonstrado em Sua vida fraqueza de caráter. Alguns até pensaram que ele era meio fraco, já que quando perseguido e açoitado, não esboçou qualquer gesto de reação e no auge do seu martírio ainda foi capaz de pedir ao Pai que perdoasse os seus ofensores.
Até hoje ninguém lembra daqueles que o crucificaram, mas o nome do "imaginado fraco", do grande pacificador, cruzou os mares, venceu a linha do tempo, ficando conhecido em todo o mundo, a tal ponto de dividir a história da humanidade em antes e depois Dele.
Não existe uma razão plausível para não perdoar, mas existem muitas razões para exercitarmos o perdão. Vamos ver algumas delas?
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